Coerente com as idiotices e demagogias que o informam, o Congresso caminha para aprovar a lei do imposto sobre grandes fortunas. É notório que a previsão constitucional desta "coisa", imaginada por Fernado Henrique em acesso de populismo, deve-se ao festival de demagogias que circundou o constituinte de 88. Burro, incoerente, caviloso, o tal imposto constitui empulhação que seduz o cidadão porque autoriza a ideia de redistribuição de renda ou justiça corretiva da carga tributária que assalta os médios e pobres. Não funcionou em lugar nenhum do mundo, e não vai funcinar aquí, salvo para dar aplausos em véspera de eleição. Tributar grande fortuna é partir da premissa que ser rico é errado, é quase um crime. A idiotice vai fomentar mais sonegação, seus dinnheiros jamais chegarão aos pobres, e, o que é pior: sob o ponto de vista tecnico , vai desestimular o trabalho e a produção , sem os quais o país não vai em frente. Nem o crime hediondo consistente em fomentar a preguiça, via bolsa família, o governo poderá continuar cometendo.
Luiz Ricardo Gomes Aranha
Vice-presidente do IAMG